Dejà-vu' com gosto de 'quero mais' "Espetáculo cheio de humanidade levado a cabo com profissionalismo e prazer" Como pode uma trama batida e ingênua dessas resultar tão atraente no palco? Por uma série de fatores. O primeiríssimo, a meu ver, é a fantástica dupla de atores. Maximiliana Reis encarna a mineiríssima Elza de forma brilhante, com tanta segurança, carisma e simpatia que torna a personagem irresistível. O gaúcho Jarbas Homem de Mello, transforma um Oswaldo antipático e cheio de não-me-toques num cara multifacetado, com fragilidades, medos e idiossincrasias que só um ator de recursos consegue passar com suavidade. Outro ponto alto é o texto, que mistura os talentos de Miguel Falabella e Maria Carmem Barbosa de maneira inextricável. Destaque, ainda, para a estréia na direção teatral de Rubens Ewald Filho ( ele mesmo, do Oscar, dos programas sobre cinema na Tv, etc), que soube valorizar o humor negro sem perder a leveza ou a mão. O resultado é cômico como raramente se vê nos palcos cariocas. Ou seja, de uma comicidade inteligente, sem apelações desnecessárias. Resumindo, um espetáculo humano levado a cabo por um time de profissionais que sabem exatamente o que estão fazendo e cumprem suas tarefas com aparente prazer. Coisa rara de se ver, né ?
Jefferson Lessa - O GLOBO 19/08/2007


O belo espetáculo não deixa dúvidas a que veio: "Divertir e emocionar". Aliás, marca registrada destes dois autores (Falabella e Maria Carmem) em seus textos. Eu conferi o espetáculo em sua estréia no dia 31 de março/06 e fiquei impressionado com o impacto que o texto ainda traz em nossas vidas. O entrosamento de Maximiliana e Jarbas é explícito, o que é compreensível por causa dos anos em que se conhecem. Eles estão à vontade e como não dizer: "Parecem que estão em casa".
Ivan Parente (comentário do site www.infinitart.com.br)


"Diálogo inteligente e sensível em "Querido Mundo”
Thiago Marques Luiz (comentário do site www.olhao.com.br )


O texto tem os ingredientes que marcaram a carreira da dupla de autores, como a leveza e a linguagem bem acessível....Maximiliana e Jarbas demonstram fina sintonia e conseguem manter um ritmo ágil.... A peça marca o retorno de Rubens Ewald às artes cênicas.
Dojival Filho (Diário do Grande ABC)


A direção de Rubens Ewald é dinâmica e coerente com grandes resultados... Utilizou todo o espaço cênico como fazem os grandes mestres da ribalta. Ao deixar os intérpretes à vontade para viver os personagens o resultado não poderia ser outro: um agradável e comunicativo espetáculo. Maximiliana Reis ao dar vida à personagem Elza, o faz com imensa riqueza de intenções e claro, sinceras reações. Sentimos em sua interpretação a experiência da atriz e a segurança de quem está no seu verdadeiro espaço: o palco.Jarbas Homem de Mello é rico na criatividade valorizando a ação como só os grandes intérpretes conseguem passando verdade e convicção.
Hilton Viana (crítico do site www.teatrochik.com.br )




 
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